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Mulheres CEOs enfrentam 33% mais risco de demissão ou renúncia, Diz Estudo Global

  • Foto do escritor: POR NA MESA DE NEGOCIAÇÃO
    POR NA MESA DE NEGOCIAÇÃO
  • 18 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Enquanto executivos do sexo masculino permanecem em média 7,9 anos em seus cargos, as mulheres ficam 5,2 anos na função



Um estudo global recente revela um panorama desafiador para as mulheres no topo da hierarquia corporativa.


A pesquisa aponta que CEOs do sexo feminino enfrentam uma probabilidade 33% maior de serem demitidas ou pedirem demissão em comparação com seus pares masculinos.


O levantamento, realizado por uma consultoria internacional e analisando dados de centenas de empresas em diversos setores, lança luz sobre a disparidade de tempo de permanência nos cargos de liderança.


A pesquisa mostra que, em média, CEOs homens se mantêm em suas posições por 7,9 anos. Já as mulheres, apesar de seu crescente acesso a esses cargos, permanecem na função por um tempo significativamente menor, com uma média de 5,2 anos.


A diferença de 2,7 anos, segundo os analistas, reflete uma série de pressões e expectativas desiguais.


Pressão por resultados e o teto de vidro

O estudo sugere que as mulheres à frente de grandes corporações estão sob uma pressão desproporcional para entregar resultados imediatos.


Em muitos casos, elas são contratadas para liderar empresas em crise ou que precisam de uma grande transformação, o que naturalmente aumenta o risco de fracasso e, consequentemente, a probabilidade de sua saída.


Além disso, a pesquisa destaca que a falta de redes de apoio e a cultura corporativa, muitas vezes dominada por homens, contribuem para um ambiente mais hostil e menos propenso à longevidade feminina no poder.


Especialistas em recursos humanos e diversidade apontam que esses dados reforçam a existência de um teto de vidro não apenas para o acesso a esses cargos, mas também para a permanência neles.


A ascensão de uma mulher ao cargo de CEO pode ser vista como um grande avanço, mas a alta taxa de rotatividade sugere que essa conquista é, por vezes, frágil.


Impacto nas Futuras Gerações

A alta rotatividade de mulheres em posições de CEO não afeta apenas as profissionais que já estão no mercado. A falta de exemplos de lideranças femininas duradouras pode desmotivar as futuras gerações e reforçar estereótipos de que a liderança de uma mulher é transitória.


A manutenção de um ambiente de trabalho mais equitativo, com políticas claras de apoio e mentoria, é crucial para reverter esse cenário e garantir que o talento feminino possa florescer no longo prazo.


Diante desses resultados, o mercado e as empresas são chamados a refletir sobre suas práticas de gestão, o suporte oferecido a seus executivos e o verdadeiro compromisso com a igualdade de gênero nos mais altos escalões.


A expectativa é que, com mais dados e discussões abertas, seja possível construir um futuro em que a permanência de uma líder em seu cargo seja determinada por seu mérito e resultados, e não por seu gênero.

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